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A “moda” da Sustentabilidade.

Empresas pensam no lucro, mas será que só apenas isso é importante? 

Ultimamente, Sustentabilidade Corporativa passou a ser mais que um conceito. De fato, passou a ser um vetor determinante no sucesso das empresas, seja por estimular sua capacidade com seus stakeholders gerando ganhos para ambas as partes, seja por sua preponderância de construção de reputação e credibilidade a partir de questões como transparência, ética, cidadania corporativa e responsabilidade social empresarial. Esse termo é cada vez mais valorizado por acionistas e clientes, tornando-se um imperativo para o sucesso das corporações.

Pode-se defini-la como uma postura, uma forma de conduzir as atividades empresariais. Ser, pensar, decidir e agir de forma sustentável requer um processo de entendimento, negociação e integração construtiva entre todos os agentes de relacionamento de uma empresa ao olhar os princípios e valores da própria organização e de sua ética.

A forma como a empresa se relaciona com seus acionistas, clientes, sociedade, fornecedores, estado, meio-ambiente, ou com os seus funcionários deve refletir esses valores e essa postura ética e deve ser questionada e medida sistematicamente, uma vez que todos esses steakholders (ou seja, sua cadeia de valor e interesse) são corresponsáveis pelo crescimento, sustentado e equilibrado do todo.

A organização está sujeita a condicionantes fundamentais, como respeito às leis e regulamentação de cada país, desenvolvimento da sociedade e preservação do meio ambiente. Desta forma, a sustentabilidade é meio – e não fim – para as empresas.

Se até tempo atrás a relação consumidor x empresa se estabelecia basicamente em torno do produto/serviço fornecido, hoje a sociedade passa a exigir das empresas que adotem a prática da transparência nos seus processos de governança coorporativa e distribuição de riquezas, obrigando-as a mostrar a quem de direito que estão devolvendo à sociedade (em diferentes formas) os recursos que utilizam para produzirem essa riqueza.

Fonte: Revista  Metal Mecânica – Maio 2014